rumo

o amor me deu as costas de novo, mostrando que um caminho se faz por duas pernas sozinhas, em silêncio. as pernas vão em frente, o amor de costas. talvez num certo momento as pernas possam virar que nem curupira, em direção às costas, que estão sempre atrás. talvez não. talvez o que se tenha pra fazer é sempre caminhar pra frente, em linha reta, abraçado por uma seqüência de árvores.

 


há muito tempo acompanho os textos dessa moça. e há muito tempo queria colocar um texto dela aqui. tenho um carinho especial por este aí de cima. talvez, porque ele me diga muito.  julia, adoro te ler.

julia branco.

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